Subindo pelas|paredes

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Criado pelo francês David Belle no início de 2000, o packour foi criado para fins militares e hoje é uma atividade lúdica com muita atividade física e diversão.
Desde abril último, a Tracer Parkour abriu suas portas para ensinar os fundamentos do packour, segundo seu dono Jean Wainer.
Ele pratica a atividade há 7 anos. “Quando vi um pessoal fazendo essas manobras, fiquei interessado e comecei a praticar pela cidade. Por falta de conhecimento e inexperiência, me machuquei várias vezes”. Ele resolveu montar a academia e ensinar tudo o que aprendeu até agora e com mais segurança para os praticantes.
O desafio é do praticante com ele mesmo. “Depende da habilidade e agilidade de cada um que só o tempo e a prática podem proporcionar”, explica Jean, que trocou a carreira de informática para se dedicar à sua escola.
O circuito de obstáculos da academia simula os obstáculos que existem pelas ruas. São rampas, paredes, tubos e uma série de obstáculos que os alunos vão superando com menos dificuldade a medida que ficam mais experientes. “O packour ajuda a desenvolver a agilidade e é uma ótima atividade esportiva”, garante Jean.
Não há limite de idade para se praticar o packour. Para os pequenos, entre 5 e 12 anos, a abordagem é mais lúdica e incorpora exercícios da ginástica olímpica na atividade. Para os alunos com necessidades especiais, tem um treinamento individual.
Jean reúne os alunos e todos saem pelas ruas da cidade para novos desafios. “O metrô Sumaré é um bom lugar para praticar”, diz Jean.
Além do packour, eles oferecem aulas de ginástica olímpica, ministradas pela professora Carla. E nos finais de semana, a academia abre suas portas para quem quiser praticar, mesmo que não seja aluno, mediante o pagamento de uma taxa fixa.

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