Gastronomia arretada

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São Paulo é a cidade mais nordestina do Brasil. E nada mais lógico que todas as cozinhas tenham seus representantes para um público sempre ávido por novidades gastronômicas.
O Cordel da Vila acaba de completar seis meses de funcionamento, e apresenta diferenciais tanto no ambiente como na proposta do cardápio, voltado para as tradições pernambucanas.
Sociedade formada pelas psicólogas Adriana Barros e Ana Paula Pacheco e pelo chef Francisco Rebelo que também leciona gastronomia na Universidade Anhembi-Morumbi. Todos eles são de Recife e deram uma roupagem contemporânea à culinária que tem forte influência portuguesa e indígena com sabores do litoral e do sertão.
O trio escolheu a Vila Madalena “por ser um local onde tudo acontece e o público é mais receptivo”, afirma Adriana Barros.
A xilogravura de J. Borges está presente tanto no cardápio como nos quadros que decoram de maneira discreta o salão com mobiliário escuro e luz planejada sobre as mesas. No pequeno jardim, algumas mesas e um relaxante fio de água. Francisco Brennand, ceramista de Pernambuco tem peças pelo salão.
No andar superior, foi criado um lounge que serve para uma espera ou então para um evento fechado com toda a privacidade e conforto necessário.
O chef Francisco Rebelo, criou o cardápio do Cordel “onde trabalha os sabores fortes e marcantes que vão do litoral ao sertão”. Fiel aos ingredientes, caprichou no visual na apresentação dos pratos levados à mesa.
Do cardápio a Chapa Cordel: filé mignon curado e fatiado (feito na casa) com cebola cozida em manteiga de garrafa, macaxeira (frita ou cozida) servidos na chapa de ferro, acompanha feijão de corda, farofa e vinagrete. De sobremesa, sugere o cartola, feito com banana nanica assada, queijo na manteiga frito coberto com açúcar e canela.
De terça a sexta no almoço serve um menu executivo com entrada, uma sugestão quente e acompanhamentos.

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