A peça que faltava

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A peça que faltava

Bruna Prado é formada em jornalismo e tem 23 anos. Uma das características que ajudam a definir um profissional de Comunicação é o grau de interesse que atribui às coisas que acontecem no mundo. Quanto mais dinâmica a ordem dos acontecimentos mais interessante vai considerar o jornalista. Com Bruna Prado não é diferente e, para o setor da moda, contou à reportagem, a jornalista dedica um interesse maior. “Sempre gostei de moda e me interesso por novas tendências”, lembrou.

E foi esse interesse por novidades que, assim que os primeiros maxicolares começaram a surgir, somando a curiosidade e o espírito inquieto, fizeram Bruna ir atrás das peças para o uso pessoal que prenunciavam mais uma tendência. Quando os encontrava, disse, a peça era linda, porém o custo era muito alto. O contrário, claro, também acontecia – peças baratas e mal feitas.

A dificuldade de encontrar as peças de agrado fez Bruna decidir aprender a manufaturar os próprios colares e passou a fazer pesquisas de materiais e de modelos. Entre as amigas sociais, o sucesso das peças começou a crescer e não de outra: “fui obrigada a fazer colares para elas também”.

O boca-a-boca deu tão certo que em pouco tempo a fanpage no Facebook conseguiu mais de mil likes. Foi pela rede que a comercialização dos maxicolares começou a rolar. Os clientes escolhiam as peças e faziam o depósito do valor indicado e depois recebiam a mercadoria via correio. “Vendemos para o Brasil inteiro e já entregamos colares até nos Estados Unidos”, contou.

O primeiro evento aconteceu no escritório do pai da empresária. “Chamei as amigas e todas as pessoas que curtiram a minha página no Facebook e promovi uma tarde de vendas”.
A criação fica por sua responsabilidade. Para garantir a beleza e originalidade das peças, Bruna conta que vai atrás dos modelos que estão no mercado e neles busca a inspiração para as suas peças. Usa como critérios de escolha as cores de cada estação do ano e o material mais adequado para cada período. “Por exemplo, no inverno usou-se muito o modelo de gola, que não tem a cara do verão”.

Perguntada sobre os motivos pelos quais escolheu a Vila Madalena para abrir a loja, Bruna responde que o bairro atrai muito o público jovem, antenado, descolado e interessado em moda e em assuntos que estão na atualidade. “Achei o ponto interessante para a primeira loja da Prado Accessories”.

A produção diária gira em torno de 30 colares por dia que chegam à loja logo pela manhã e, para o período de festas que se aproxima, Bruna diz que muitos modelos novos chegarão na Prado. Além dos colares , o leitor encontra na Prado Accessories pulseiras, anéis, brincos, bolsas, lenços, sapatilhas e camisetas. Prepare-se para se sentir dividida entre uma peça e outra!

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